Filosofia na BECRE… e “Humanizar”!


A ESCT é parceira do Projeto Humanizar e lança o seguinte apelo:

Num grito silencioso, o nosso belo Planeta clama pela mudança urgente das atitudes incautas do Homem. Portanto, unidos, com grande sentido de responsabilidade, sensibilizamos alunos, E.E/Pais e outros agentes educativos, para a preparação de questões e a apresentação de iniciativas, pois “devemos, podemos e vamos resolver a crise climática”.

Com as nossas escolas parceiras e o Centro de Formação Calvet de Magalhães, prosseguimos, sem desvios, a nossa rota , visto que Humanizar é mesmo preciso…

Notas:

Encontram todas as informações sobre o projeto no blogue “para além dos olhos…”, em:  https://paralemdosolhos.blogspot.com/

As próximas palestras “Oiçam o Planeta” realizam-se nos dias 17, 18 e 19 de novembro de 2021

Como o André e a Bianca lêem este “cartoon”

O cartoon da autoria de Jitet Kustan, retirado do site www.cartoonmouvement.com, aborda de uma maneira sugestiva e um tanto infantil, uma possível interpretação do que é a atual crescente digitalização de produções literárias.

Na figura apresentada é possível observar-se uma composição um pouco confusa de relance, devido ao facto da imensidão de objetos/elementos iconográficos, mas com um olhar mais atento é identificável então uma composição em que duas figuras, um homem adulto e uma menina ainda muito jovem, se encontram debaixo de um guarda-chuva, que na verdade é um livro, perante uma chuva torrencial de objetos tecnológicos como telemóveis e outros.

É interessante a maneira como foi abordado este possível tema: um cartoon infantil que retrata uma situação atual um tanto infeliz ou desapontante. Vivemos numa época em que a tecnologia comanda o mundo, e que no nosso dia a dia tornou-se em algo que nos é indispensável. Com a crescente produção de “smartphones”, “tablets” e “e-books”, a necessidade de comprar livros não é tão grande – as pessoas preferem utilizar a tecnologia para ler. Muitos afirmam que é melhor assim, pois é mais ecológico. Jitet Kustan pode ter-se sentido um pouco afetado com esta realidade e quis representar isso no seu cartoon. A sensação de pegar num livro e lê-lo não é a mesma coisa que estar a fazer o mesmo, mas a olhar para um ecrã. No entretanto, no cartoon, no meio de uma chuva infernal de telemóveis, duas figuras são protegidas por um livro, o que significa que haverá sempre pessoas que irão preferir o livro ao digital.

Concluindo, trata-se de um cartoon bastante criativo e interessante na medida em que retrata uma situação atual, e talvez potencialmente futura, que é pôr de parte os livros e valorizar o que é digital.

André Rodrigues, 12ºH

O cartoon, da autoria de Jilet Kustan, retirado do site www.cartoonmouvement.com, apresenta uma forte crítica às novas tecnologias e à forma como estas se tornaram a maior fonte de conhecimento.

No desenho, muito bem elaborado, é representada uma figura masculina, guiando uma menina através do braço que a circunda pelos ombros, protegendo-se debaixo de um guarda-chuva em forma de livro aberto, de uma chuva de aparelhos tecnológicos, nomeadamente telemóveis e tablets. Outro aspeto a realçar, é a excelente escolha de cores e respetiva atribuição, os indivíduos representados, assim como o seu guarda-chuva, em tons de amarelo/dourado destacam-se do meio que os envolve, este é representado em tons de azul, fazendo assim uma clara e intencional distinção entre ambos.

O poderoso cartoon crítica de forma objetiva e criativas as novas tecnologias e a forma como elas, em muitos casos, ocupam o lugar dos livros. O pai orienta o caminho da filha, através do braço que a envolve e simultaneamente a protege, carregando um chapéu-de-chuva em forma de livro, o que simboliza de forma original a preocupação do progenitor em manter-se, tanto a si como à sua filha longe das redes sociais e da internet, ou seja, da chuva de aparelhos tecnológicos, e consequentemente ficando longe de fake news e até mesmo de informações questionáveis, preferindo a busca do conhecimento através de livros, que são certamente mais confiáveis.

Em resumo, o cartoon de Jilet cumpre de forma magnífica, objetiva e interessante a mensagem de que as redes sociais tomaram o lugar dos livros como fonte de conhecimento.

Bianca Ravara, 12º H

À conversa com o Dr. Miguel Chagas

No dia 21 de outubro a turma O do 10º ano participou num encontro com o Dr. Miguel Chagas, que é farmacêutico e foi diretor técnico e proprietário da Farmácia Biotifar durante 20 anos.

O convidado começou por perguntar se os alunos escolheram conscientemente o curso de Técnico Auxiliar de Farmácia (TAF).

De seguida, referiu-se às funções de um TAF, nomeadamente a emissão e receção de encomendas (através de software). As farmácias têm fornecedores privilegiados, os farmacêuticos escolhem o fornecedor preferencial que lhes oferece mais garantias de um bom stock e com a probabilidade de ter menos falhas. Os fornecedores podem ser cooperativas, armazenistas e os próprios laboratórios.

Os medicamentos são arrumados, por ordem alfabética em gavetas, como se pode ver em algumas farmácias. Nessas gavetas estão guardados comprimidos, drageias, cápsulas e ainda outros medicamentos, como ampolas bebíveis, injetáveis, xaropes e outros. Existem medicamentos que se alteram com a temperatura (termolábeis) como, por exemplo, a insulina que é guardada no frigorífico. Também existe numa parte resguardada da farmácia, onde nem toda a gente tem acesso, um armário fechado à chave, aonde se guardam substâncias como a morfina. O arquivo destes medicamentos, designados por estupefacientes e psicotrópicos é muito rigoroso e implica o arquivo do duplicado da receita bem como a guia enviada pelo fornecedor e ainda um registo de entradas e saídas desses medicamentos.

O Dr. Miguel Chagas falou dos manipulados (mistura de princípios ativos em laboratório), efetuados de acordo com prescrições enviadas principalmente por dermatologistas, oftalmologistas e otorrinos.

Entre os vários livros de consulta utilizados pelo farmacêutico referiu em especial a Farmacopeia Portuguesa.

Referiu que no atendimento ao público o TAF deve ter uma boa higiene pessoal e usar sempre uma bata limpa, com o seu cartão de identificação.

Uma das tarefas que o TAF pode realizar é a verificação dos prazos de validade dos medicamentos.

Havendo muito mais informação a transmitir consideramos que a comunicação do nosso convidado foi muito interessante e os alunos compreenderam algumas das tarefas realizadas pelo TAF.

A turma 10º O

Ler o mundo através do cinema

A turma 11ºD, no âmbito da disciplina de Inglês, assistiu na BECRE à projeção do fime The Help, sobre o qual se encontra a desenvolver trabalho.

The Help (As Serviçais) é um filme de drama de 2011 realizado por Tate Taylor, baseado no livro romance homónimo de Kathryn Stockett. O filme é um retrato de uma mulher caucasiana, Eugenia “Skeeter” Phelan, e do seu relacionamento com duas empregadas negras nos Estados Unidos de 1960. Skeeter é uma jornalista que decide escrever um livro da perspectiva das empregadas (conhecido como The Help), mostrando como elas sofrem racismo.

Um enredo datado mas que, infelizmente, é um tema atual e um problema presente nas nossas sociedades.

O Plano Nacional de Cinema na ESCT

O Plano Nacional de Cinema (PNC) é uma iniciativa conjunta das áreas governativas da Cultura e da Educação. Constitui-se como um Protocolo Institucional entre os organismos supracitados, e afirma-se num quadro alargado de valorização da presença da cultura do cinema e do audiovisual nas escolas, enquanto instrumento de expressão e diversidade cultural e artística, e promoção da língua e da cultura portuguesas.

Saiba mais sobre o Plano Nacional de Cinema AQUI e consulte o BLOGUE da ESCT dedicado ao PNC.

A BECRE está de volta!

A equipa da BECRE saúda a comunidade escolar e deseja a todos um excelente Ano Letivo. Dada a atual conjuntura, foram tomadas algumas precauções tendo em vista a segurança dos utilizadores. Assim, e de modo a cumprir as orientações da Direção Geral de Saúde e do Ministério da Educação estabelecem-se as seguintes condições para acesso ao espaço da BIBLIOTECA/CENTRO DE RECURSOS (BECRE) e respetivo funcionamento:

  1. O pedido de impressão de documentos/digitalizações poderá ser feito presencialmente ou enviado para o email becre.marcacoes@escacilhastejo.org com 48 horas de antecedência)
  2. As obras requisitadas deverão ser devolvidas até 8 dias após a sua requisição e depositadas em local identificado para o efeito.
  3. A entrada dos utentes deverá processar-se de modo a  garantir a distância de segurança entre eles.
  4. Os utentes deverão desinfetar as mãos à entrada e à saída do espaço da BECRE.
  5. Os utentes deverão higienizar, com toalhetes fornecidos para o efeito, as máquinas de calcular e os teclados e ratos dos computadores antes da sua utilização.
  6. Os utentes deverão deixar sempre uma cadeira de intervalo entre eles, de modo a assegurar o distanciamento social.
  7. A sala Multiusos poderá continuar a ser solicitada ainda que com redução do número de presentes (máximo 35 utentes).